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| Música - Atualizado dia 11 de Julho de 2003 |
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O choro do Quinteto Café
Juliana Lilian Duque
O chorinho nasceu em 1870, no Rio de Janeiro. O termo choro vem do aspecto sentimental, melancólico e "choroso". Sua característica é a improvisação instrumental, especialmente com violão, bandolim e cavaquinho. Nesta edição vou falar de um dos poucos grupos de choro que existem em Araraquara, o Quinteto Café. Formado por cinco jovens (foto), apresento: Éverton (cavaquinho), Rafael (flauta e saxofone), Carrapicho (cavaquinho e bandolim), André (pandeiro) e Fabiano (violão), todos de Araraquara, com exceção de Rafael, que é de Leme. Tudo começou há 4 anos atrás quando Carrapicho, convidou Fabiano para tocar choro na casa de seu tio, que era bandolinista. E já que seu tio não tinha tempo de tocar, Fabiano e Carrapicho, que são músicos formados no Conservatório de Tatuí e amantes da música, decidiram convidar um cavaquinhista, um flautista e um pandeirista. Daí o quinteto perfeito: o Quinteto Café! Com o repertório bastante variado, o grupo mistura samba-choro, samba-canção, baião, xote, maxixe, polca, lundu, valsa e ainda MPB e bossa nova, um show de harmonia e improvisos ao som do gênero pioneiro da música brasileira. Já que, infelizmente, em Araraquara o espaço para o choro é pequeno, quem gosta desse ritmo brasileiro autêntico por excelência, não pode perder os eventos, que, por sinal, são raros, envolvendo chorinho na cidade e região. Podemos prestigiar o Quinteto Café, por exemplo, nos eventos do Sesc e do Daae (Choro das Águas). E se você tiver a fim de saber mais sobre o chorinho, acesse www.cavacoechoro.hpg.com.br
Até a próxima!
contato: juduque@sunrise.com.br
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